"Já via as frases simples, os símbolos telepáticos a acumular, a fluir da ponta da pena. Poderia escrever a cena três vez, de três pontos de vista; a sua excitação era proporcionada pela possibilidade de liberdade, de se livrar daquela luta deselegante entre bons e maus, heróis e vilões. Nenhum desses três era mau, nenhum era particularmente bom. Ela não precisava de julgar. Não precisava de haver uma moral. Bastava que mostrasse mentes separadas, tão vivas quanto a dela, debatendo-se com a ideia de que as outras mentes eram igualmente vivas. Não eram só o mal e as tramóias que tornavam as pessoas infelizes; era a confusão, eram os mal entendidos; acima de tudo, era a incapacidade de apreender a verdade simples de que as outras pessoas são tão reais quanto nós. E somente numa história seria possível incluir essas três mentes diferentes e mostrar como elas tinham o mesmo o valor. Essa era a única moral que uma história precisava ter."
A logística sempre foi importante, mas a sua relevância tem vindo a aumentar ainda mais. Assim, aumentando a complexidade das cadeias logís...
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VIVIANA
Atenta a pequenos detalhes. Literatura, cinema e fotografia são as minhas grandes paixões. Gosto de animais, de comida saudável, do mar e de tudo o que me faça sentir feliz.
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